10 O troféu voltou às mãos de quem o entregara. Diogo Costa dedicou a Jorge Costa o Dragão de Ouro da equipa campeã nacional e confiou-o a Estela Rito, num dos momentos mais intensos da gala. A 39.ª edição juntou a alegria das conquistas à saudade de quem continua a fazer falta, deu palco ao trabalho discreto e aproximou gerações que têm muito para contar. De Froholdt a Cubillas, de Farioli a Futre, dos primeiros prémios ao reconhecimento do fundador, percorremos as histórias de uma noite em que o aplauso teve muitas razões e regressamos àquele gesto dos campeões, que subiram ao palco para receber e escolheram dar.
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16 Os títulos merecem aplausos, mas exigem continuidade. André Villas-Boas lembrou os campeões e pediu mais, sem esquecer os sócios e o trabalho longe dos palcos.
56 A idade promete e o futebol confirma. Froholdt está entre os 25 finalistas do Golden Boy, com um título e o prémio de melhor jogador da liga portuguesa a sustentar a candidatura.
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22 Cada Dragão de Ouro tem um nome e uma história. Conheça os percursos, as palavras e as emoções de quem fez da dedicação ao FC Porto uma boa razão para o aplauso.
58 Aloísio decidiu uma final e assistiu do banco ao caminho para outra. Do cabeceamento de 1991 ao penálti de Derlei em 2004, recordamos duas noites felizes do FC Porto no Riazor.
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42 Fernanda Ribeiro tinha 16 anos e uma medalha olímpica por ganhar. Quarenta anos depois da primeira gala, revisitamos os nomes e as histórias dos Dragões de Ouro.
66 Quanto custa voltar a ganhar? As contas da SAD mostram o investimento recorde no plantel, o crescimento das receitas e os desafios de manter o equilíbrio financeiro.
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