TEMA DE CAPA
OUTUBRO 2026 REVISTA DRAGÕES
Cubillas pertence a um período em que o FC Porto ainda procurava a supremacia no futebol português e a importância do peruano também se mede por isso: deu aos adeptos a possibilidade de verem, com a camisola azul e branca, um jogador reconhecido nos maiores palcos do mundo. Para quem o viu jogar, o prémio reencontrava uma admiração antiga; para quem nasceu depois, oferecia uma boa razão para ir descobrir aquelas imagens. Paulo Futre levou ao palco outra personalidade e outro tempo. Recebeu de João Pinto o Dragão de Ouro Vintage, dedicou-o aos campeões europeus de 1987 e recordou a confiança de Pinto da Costa quando chegou ao clube. Os dois antigos companheiros deram presença à evocação de Viena. Futre conservava a capacidade de prender a atenção, agora através das palavras, fazendo caber no mesmo momento o agradecimento, a emoção e a espontaneidade. A recordação de Ilídio Pinto e a atribuição do Dragão de Honra a António Nicolau d’ Almeida alargaram ainda mais o horizonte da cerimónia. Ao homenagear o fundador, dirigentes,
Os ÁTOA juntaram as canções aos motivos para celebrar na noite dos Dragões de Ouro.
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