CONTEÚDOS |
AGOSTO 2026 REVISTA DRAGÕES |
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10 A Supertaça Cândido de Oliveira abre a temporada no calendário e resume uma era nas contas do FC Porto. Voltou a ser conquistada em Coimbra, num jogo em que o relvado empurrava o futebol para o ar, e juntou-se a uma coleção de 25 títulos sem paralelo em Portugal, na Europa e no mundo. Nas páginas seguintes, percorremos a história de uma taça habituada ao azul e branco, distinguimos os títulos oficiais dos oficiosos e revisitamos a final em que Froholdt teve de se elevar para decidir. Três olhares sobre o mesmo domínio, porque nem todas as vitórias cabem no resultado.
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34 Froholdt ganhou uma estrela, Diogo Costa um par de luvas e André Silva entrou na categoria“ Legacy”. Três badges para três relações diferentes com o tempo.
60 Do primeiro aplauso no Dragão à primeira vitória em Cerva, o futsal do FC Porto ganhou rosto, rotina e resultado. Cardinal é o capitão e a subida o objetivo.
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36 O Golden Boy só terá um vencedor, mas o Top 100 já distinguiu o FC Porto: nenhum clube colocou mais jogadores na corrida do que os cinco campeões nacionais.
64 Paulo Freitas ganhou a Europa na pista e a partir do banco, mas a memória não o distrai e o próximo troféu começa em cada bola atacada para defender o que é dele.
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38 O marcador escreveu 2-0 nas três jornadas, mas nenhum jogo repetiu o anterior. André Silva, os centrais e a paciência mostram como se chega à mesma conta.
68 Seis títulos nacionais, um bronze europeu e o mesmo nome em todas as tabelas. José Miguel Soares ligou o pleno coletivo ao domínio individual do FC Porto.
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