2019 / 20 |
2025 / 26 |
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PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR Sérgio Conceição |
PRESIDENTE André Villas-Boas TREINADOR Francesco Farioli |
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2017 / 18 |
PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR Sérgio Conceição
O título de 2017 / 18 teve na Luz o seu momento de combustão. O FC Porto saiu para Lisboa em segundo lugar, depois de ter perdido a liderança duas semanas antes, mas voltou em primeiro graças a um remate brutal de Herrera aos 90 minutos. O golo, forte e colocado, aproximou os Dragões de um título que seria validado antes mesmo de entrarem em campo na penúltima jornada, após o empate do Benfica em Alvalade. Sérgio Conceição devolvia o campeonato ao FC Porto com liderança, nervo e uma comunhão poderosa com os adeptos.
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A época começou com tropeção em Barcelos e cheiro prematuro a sentença, mas o FC Porto respondeu com uma vitória na Luz e uma caminhada de resistência. Num campeonato atravessado pela pandemia, os Dragões chegaram à antepenúltima jornada sabendo que um empate frente ao Sporting bastava. Ganharam. Danilo e Marega fizeram os golos do 2-0, fecharam um ciclo de quatro vitórias em quatro clássicos e confirmaram o título no 100.º jogo de Sérgio Conceição na liga pelo FC Porto.“ União” foi a palavra escolhida pelo treinador. Era a certa. |
2021 / 22 PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR Sérgio Conceição
Líder isolado desde a remontada no Estoril, o FC Porto chegou à Luz a precisar apenas de um ponto para ser campeão. Preferiu ganhar. Pepê arrancou numa longa cavalgada, Zaidu acompanhou a corrida até ao fim e apareceu no lugar onde os heróis improváveis deixam de ser improváveis. O golo deu a vitória, o título e uma festa portista na Luz 11 anos depois. A única derrota da liga tinha acontecido em Braga, mas não desviou a equipa do essencial. O campeonato fechou-se com a beleza rara de um sprint perfeito.
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Quinze anos depois de ter sido campeão nacional como treinador, André Villas-Boas voltou a ligar o seu nome a um título do FC Porto, agora na presidência. O 31.º campeonato azul e branco abriu um novo ciclo sem cortar o fio da história: método, liderança prolongada, maturidade competitiva e a sensação de uma equipa que soube transformar vantagem em destino. Francesco Farioli deu forma à ideia e o grupo levou-a até à consagração. Do banco de 2011 à tribuna de 2026, Villas-Boas fechou um arco raro. O FC Porto voltou a ser campeão, ligando a memória luminosa de 2011 ao início de um novo ciclo. |
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