Houve um segundo em que tudo coube ali: o capitão, a taça, o estádio, a equipa e uma cidade inteira em combustão azul e branca. Depois da vitória sobre o Santa Clara, Diogo Costa ergueu o troféu de campeão nacional no Estádio do Dragão e a 31.ª conquista da liga portuguesa deixou de pertencer apenas à classificação para entrar definitivamente na memória. Entre a explosão de confettis e o rugido das bancadas, a época ganhou a sua imagem eterna.