10 Uma dupla página reúne os distinguidos com o presidente e abre a porta aos textos que contam onde, porquê e como o FC Porto foi maior. Há brilho, claro, mas há sobretudo trabalho e aquele tipo de ouro que não se guarda numa vitrina, mas na memória e nas páginas que se seguem.
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14 Na gala dos Dragões de
Ouro, André Villas-Boas reafirmou a cultura de vitória, rigor, persistência e ambição com pés na terra, memória e futuro.
64 Rodrigo Mora não chegou aos 50 jogos para cumprir calendário, mas para reclamar o futuro. E quando o Dragão o chama, ele responde com bola colada ao pé e olhar de líder.
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44 Quando o dragão ganhou corpo. A criação do troféu que dá forma ao reconhecimento e eterniza, em metal e memória, uma noite de ouro.
66 Oitava jornada e casa cheia: Bruno Moraes saltou mais alto do que o ruído. O cabeceamento ao cair do pano fechou o clássico, abriu a liderança e empurrou o FC Porto para o título.
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48 Entre Linhas: onde o jogo deixa de ser resultado e se transforma em história. Humor fino, contexto, bastidores e a crónica que o lê por dentro com uma pequena dose de sarcasmo.
68 Da neve de Tóquio às ruas do Porto,“ A Day in Tokyo” transforma 1987 em estilo: Gomes, Madjer e cultura nipónica em peças lifestyle já nas FC Porto Stores.
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