De Pompei a Pompeia De Pompei a Pompeia - Miolo - A5 136pag | Seite 80

frutos de fé, frutos de esperança e frutos de caridade”, segundo as palavras do doutor Cláudio Maia. O texto que se segue é da Irmã Maria Isabel, que teceu as seguintes considerações acerca de Frei Teodósio: Ficou doente o nosso inesquecível Frei Teodósio, que, por toda a sua estada aqui no hospital, somente edificou a todos que o visitavam. Era amigo dos peque- nos, dos grandes, dos velhos, dos atribulados, exemplo dos impacientes, espelho para todos que nele procura- vam algo de belo e santo. Morreu no campo de batalha, simples e singelo, como operário rural, nobre de senti- mentos, como de estirpe real. Não se dobrando diante dos grandes, mas sempre se inclinando ao fraco. Mendigo de mãos erguidas. Provou o sofrimento, a dor física, moral e espiritual. Debaixo desta cruz, não perdendo ânimo, levando o seu Deus, longe dos seus, entregou sua alma a Deus a 01 de julho de 1953. Como ele sempre foi solicitado em vida, muito mais ainda depois de sua morte. Foram diversos os casos atribuídos à sua inter- cessão, inclusive, um caso de cura imediata do senhor Mário Nogueira, que já se achava à morte. Esse fato foi atestado pelo médico e, com firma reconhecida, enviado a Frutal. Diante disso, passemos aos municípios mineiros por onde os frades capuchinhos marcaram presença, com profícuas obras. Patos de Minas “O ano de 1937 marcou a fundação da casa capuchinha em Patos de Minas. E o nome é devido aos enormes bandos de patos selvagens que povoavam as margens de uma lagoa, distante 3 quilômetros do Rio Paranaíba”, segundo palavras da revista come- morativa dos trinta anos dos capuchinhos em Minas Gerais. Frei Odorico Virga foi o pioneiro em Patos, a 15 de fevereiro de 1937. 80