O
convite agora é
para descontrair,
conhecendo
a l g u m a s
adaptações para outros
meios que foram feitas com
base nos livros de Aluísio
Azevedo.
O interesse que suas narrativas desperta motiva
alguns aficionados por cinema, história em
quadrinhos ou mesmo teatro a fazerem suas
próprias interpretações e contar a mesma história,
porém com um olhar diferenciado.
É o caso, por exem plo, de “O cortiço”, cujo enredo foi
adaptado para quadrinhos pela Escala Educacional
em 2007 e novamente pela Editora Ática, ambos
impressos duas vezes. Foi também adaptado para
o cinema, sob a direção de Francisco Ramalho
Júnior (1977).
Evidentemente que essas linguagens não
substituem a forma original da obra. Será muitas
vezes mais reduzida, com menos detalhes em
relação ao conteúdo inicialmente proposto pelo
escritor, sobretudo no que tange aos romances
naturalistas, repletos de descrição das ações das
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