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Os temas do e-Café foram propostos a partir de reuniões semanais com toda
a equipe e convidados externos. Desenvolvemos mecanismos para o uso da
esfera semântica, utilizamos aplicativos e banco de dados, organizados pelos
alunos com apoio dos professores mediadores do processo.
As identidades visuais foram desenhadas e escolhidas pelos estudantes a
partir de um conceito recorrente nas discussões que integram o Café com a
internet. Durante a organização, planejamento e mesmo no dia do evento a
leveza, o alto índice de participação, as interações e as comidinhas gostosas
como pipoca, refrigerante, pizzas, salgadinhos foram algo presente.
A divulgação aconteceu por meio de chamadas na web, pelo Whatsapp e em
redes sociais on-line. O grupo também fixou cartazes nos murais da facul-
dade e das escolas das quais eram estudantes, para convidar a comunidade.
A escolha das músicas do repertório foi relacionada com os temas dos Cafés,
de interesse do grupo de estudantes. No tema do primeiro Café discutimos
o uso de games e a relação deles com a Copa do Mundo, que estávamos
vivenciando no Brasil, na época.
Os encontros se realizavam semanalmente na sala da coordenação do Cen-
tro de Pesquisa em Educação a Distância da UEMG e os temas que retiramos
para os e-Cafés foram copa games com um público de 350 pessoas no re-
feitório e outros assistindo on-line. O outro tema foi games e tecnologias,
o terceiro foi make make e o outro foi manifestações de ruas. Usávamos a
esfera semântica e rede de tagueamento para tabular os resultados do tra-
balho. No primeiro e-Café tivemos a presença do “pai dos Cafés”, Duncan
Dallas, que se emocionou e ao mesmo tempo nos apoiou para a continuidade
do trabalho de divulgação científica no meio acadêmico e não acadêmico,
ampliando o trabalho na comunidade escolar.
Concluímos que os convidados externos e os temas foram interessantes e
ampliaram as discussões pedagógicas e científicas. O processo de interação
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