Caderno de Resumo do III SIICS Caderno de Resumos do III SIICS | Page 558
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Resumo da Mesa-Redonda-Redonda
HISTÓRIA E MEMÓRIA: AS CONSTRUÇÕES IDENTITÁRIAS NA
CONTEMPORANEIDADE
Prof. Ms. Marcelo de Sousa Araújo
jcelo2010@hotmail.com
Faculdade Santa Fé
Orientador: Prof.Dr. João Batista Bitencourt
bitencourt.jb@gmail.com
PPGHIS/UFMA
Prof. Ms Manoel de Jesus Barros Martins
manoel.barros@ufma.br
DEHIS/UFMA
Orientador: Prof.Dr. Victor de Oliveira Pinto Coelho
victor.opcoelho@ymail.com
PPGHIS/UFMA
Amanda Lima da Silva
Orientador: Prof. Dr. Alexandre Guida Navarro
amandalima7728@gmail.com
PPGHIS/UFMA
Prof. Dr. Alexandre Guida Navarro
altardesacrificios@yahoo.com.br
Hemelita da Silva e Silva
hemelita.mel@gmail.com
Bolsista FAPEMA
Orientadora: Profa. Dra. Maria Izabel Barboza Morais de Oliveira
iza.barboza@outlook.com
RESUMO: Para alguns autores a contemporaneidade tem se caracterizado pela ausência de
valores (BAUDRILLARD, 1996), pela efemeridade, instantaneidade e liquidez das relações
sociais (BAUMAN, 2001), ocasionando o processo de desagregação de laços afetivos em
virtude da sensação de vivência em um constante presentismo, desconsiderando-se o ontem e o
amanhã. Então, a partir disto, faz-se os seguintes questionamentos: como fica a memória diante
a concepção de instantaneidade das relações sociais? Quais as características das identidades
individuais e coletivas no cenário da suposta modernidade líquida? Em que consiste a tradição
na contemporaneidade? Com o intuito de encontrar respostas para os referidos
questionamentos, objetiva-se com a presente proposta de mesa, discutir a memória não somente
como uma das fontes para a construção das narrativas historiográficas, mas sim, como um
importante elemento para o processo de marcação/construção identitaria nos sujeitos sociais.
Nesse sentindo, partindo-se de casos empíricos por meio do estudo das experiências de sujeitos
localizados, precisamente: na região da Baixada Maranhense, na Zona rural de São Luís - MA
e no bairro Poti Velho em Teresina, capital do Estado do Piauí, discorreremos sobre a temática
em questão. Entendendo-se que as linguagens, em especial, as midiáticas, são bem sintomáticas
desses tempos marcados pela efemeridade, instantaneidade; com isso, problematizar a memória
no contexto de discursos sobre a liquidez é extremamente pertinente para a compreensão dos
processos identitarios no mundo contemporâneo. Destarte, a presente proposta se insere no que
tem sido chamado de história do Tempo Presente (HTP), campo da historiografia que passou a