Um pouco da fórmula da FÓRMULA 1:
o que torna especial este desporto?
Camila Fernandes, Daniel Dobroziy e Jessica Neves
Carro de Fórmula 1 na pista. Foto de Jonathan Borba no Pexels.
I’m A High-Performance Athlete, Athletes Sweat
Se a engenharia e o desporto tivessem um filho, o predileto seria a Fórmula 1, a categoria mais avançada do automobilismo. Aplicando estratégia e engenharia à alta velocidade, este filho prodígio está em contínua evolução, sendo cada elemento do carro manufaturado para otimizar a performance em pista
Muitos hão de argumentar que esta mobilidade não se trata de um desporto, mas os dados não mentem: Um piloto de fórmula 1 terá de saber conduzir um carro a 280 km/h numa curva, chegando a 350 km/h em linhas retas, fazendo o seu corpo aguentar forças até 6 vezes maiores que a gravidade da terra, tolerar as altas temperaturas que se formam no cockpit, enquanto estratega a melhor forma de ultrapassar outros carros a altas velocidades.
Se ultrapassar um Corsa 2009 a 80 km/h na Nacional 4 em linha intermitente já dá adrenalina, não recomendava este “não-desporto”.
Na primeira vez que se vê um carro de fórmula, pensa-se em muitas utilidades para aquela construção diferenciada antes da condução, talvez porque a única similaridade que tem com um automóvel comercial são quatro rodas. Por isso, neste artigo explicamos como funciona um carro de fórmula 1, do exterior para o interior, e a razão pela qual tantos milhões de pessoas se apaixonam por este desporto.