Agendas Culturais 2018 Agenda Cultural 2018 - maio e junho | Page 23
CINEMA
Ana Paula e Michelle, mulhe-
res que foram surpreendidas
pela notícia da doença em um
ambiente até então seguro e mo-
ralmente “adequado”. Mulheres
comprometidas com os dogmas
do relacionamento ideal e que
não viam a necessidade de ne-
gociar o uso da camisinha com
seus parceiros.
De Que Lado Me Olhas +
Madrepérola +
Quem Matou Eloá
06 de junho | quarta-feira | 13h
De Que Lado Me Olhas - Dir. Caroli-
na de Azevedo e Elena Sassi / Brasil /
2014 / 15min. / Livre
“O que é não pede para ser, sim-
plesmente é.” Em Porto Alegre,
sete pessoas oferecem suas
perspectivas sobre uma impor-
tante realidade desconversada.
Madrepérola - Dir. Deise Hauenstein
Quem Matou Eloá - Dir. Lívia Perez /
Brasil / 24min / 2015 / 16 anos
Em 2009, Lindemberg Alves, de
22 anos, invadiu o apartamento
da ex-namorada Eloá Pimentel,
de 15 anos, armado, mantendo-
-a refém por cinco dias. O crime
foi amplamente difundido pelos
canais de TV que disputaram a
audiência explorando a “dor de
amor” de Lindemberg e trans-
mitiram o sequestro como uma
novela ao vivo. “Quem Matou
Eloá?” traz uma análise crítica
sobre a espetacularização da vio-
lência e a abordagem da mídia
televisiva nos casos de violência
contra a mulher, revelando um
dos motivos pelo qual o Brasil
é o sétimo no ranking de países
que mais matam mulheres.
CINEMA EM MOVIMENTO –
Circuito Universitário
BETINHO, A ESPERANÇA
EQUILIBRISTA
25 de junho | segunda-feira |
13h
Direção: Victor Lopes | Docum |
2015 | 90min
O documentário aborda a vida
do sociólogo Hebert de Sou-
za, conhecido como Betinho.
Engajado politicamente des-
de sua adolescência, Betinho
também foi um ativista. Sofreu
as consequências da Ditadura
Militar sendo exilidao, inclusive,
foi homenageado na música “O
Bêbado e o Equilibrista”, de Elis
Regina. Antes da sua morte em
1997, o brasileiro iniciou cam-
panhas contra a AIDS e a fome,
além de fundar o IBASE, um
instituto para pesquisas de ações
governamentais.
/ Brasil / 2015 / 15min. / 10 anos
Em uma maré alheia à diver-
sidade, vivem ostras que são
afetadas por serem consideradas
fora dos padrões e medidas.
Essa é uma história sobre como
as pérolas se formam.
Foto: Divulgação
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